Atravessam a rua,
Sabendo da morte,
A verdade crua,
Não lhes muda a sorte,
Nem a imbecilidade alheia,
Ou a exagerada ignorância,
Impedem-nos de soltarem teias,
Causando-me ânsia,
E quando se tem fim à mundana ofensa,
Percebo minhas opções engolindo fel,
Amor, ódio, indiferença,
Ó,dúvida cruel.
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